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A minha colecção

A minha colecção

sábado, 19 de dezembro de 2015

Colecção Ataque gigante Nº 2 (Editorial Globo) Angola

Este livro de banda desenhada trás duas histórias. A primeira história decorre durante a campanha italiana. Um pelotão de soldados ingleses, endurecidos pelos combates no Norte de África, envolve-se numa luta desigual com tropas inimigas que estão num "bunker" fortificado. Na segunda história, forças americanas dos "Seabees" do Batalhão de Construção, têm como principal missão abastecer uma base aeronaval localizada numa pequena ilha do Pacifico. São forçados a defende-la dos ataques aéreos e anfíbios japoneses.

  


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                                                          1ª História: No Auge do Combate




                                                       2ª História: O Pacífico em Chamas
                                                        
                                            

sábado, 12 de dezembro de 2015

Heróis da História Nº 16. A Bandeira Branca.

O jovem e inexperiente oficial britânico, Peter Kean, conhecido afectuosamente pela tripulação como “Miúdo”, acaba de receber o comando de um pequeno e velho submarino da Marinha Real, o “Sável”. Por azar e logo na primeira missão de patrulha ao largo da costa da França, o submarino foi detectado e de seguida atacado por um bombardeiro de reconhecimento alemão, o temível Focke-Wulf 200 Condor. Sem hipóteses de submergir a tempo sem sofrer graves danos e naquelas esmagadoras circunstâncias, Peter Kean tomou a sua decisão de vida ou de morte, render-se. Feitos prisioneiros, a tripulação do “Sável” desfilou frente do seu jovem capitão e apenas viu-se desprezo e amargura nos seus rostos. O que fez o capitão-de-mar-e-guerra Peter Kean entregar o seu submarino ainda em condições de navegar e combater, ao inimigo? Foi a cobardia? Ou apenas um trágico erro de um jovem inexperiente a quem lhe tinham acabado de confiar o seu primeiro comando? 

   

                                            Heróis da História nº 16, Semanal. 
                                            Data: 6 de Julho de 1977
                                            66 páginas
                                            Cor: Preto e Branco
                                            Director: Jacques C. Rodrigues
                                            Propriedade de J.C.R. Editorial Globo
                                          

sábado, 5 de dezembro de 2015

Sargento Rock. O Herói - DC Comics, Inc.





Em baixo, vários números da colecção Sarg Rock - O Herói (2ª Série) Ebal .
Banda desenhada brasileira dos anos 70 e 80, ilustrada a cores, mensal, propriedade da Editora Brasil-América ( EBAL ) S.A.

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segunda-feira, 30 de novembro de 2015

Colecção Guerra Nº 281. Duelo no Deserto.

Sobre as areias do deserto do Norte de África, ver o chefe de esquadrilha Andy Bell atacar um inimigo não era novidade, nem a visão do seu camarada menos experiente a cair em chamas. Tudo o que Andy podia fazer era vingá-lo e fazia-o. Já tinham tombado vários pilotos sob o seu comando e como comandante da esquadrilha era seu dever participar o sucedido as suas famílias. Não podia voltar a acontecer com os novos pilotos. Entre os novos estava Peter Craig, um jovem piloto com excesso de confiança. Não perdia uma oportunidade para lutar, mas corria riscos desnecessários, pondo a esquadrilha em perigo. Andy Bell admirava o seu empenho, só não compreendia a obsessão de Peter por matar alemães nem os motivos que o levavam a isso.
A guerra transforma os homens, pode provocar o pior, mas também o melhor. 




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sábado, 21 de novembro de 2015

Heróis da História nº 31. Alerta Geral.


A Batalha de Inglaterra atingia o seu clímax. As esquadrilhas de caças "Spitfire" e "Hurricane" tudo faziam para deter os alemães, que realizavam incursões aéreas sobre os céus de Inglaterra. Ninguém lutava em tão perfeita harmonia como os capitães aviadores Peter Cardy e "Chancer" Bennett. Mas, em tempo de guerra, nada é seguro. Perante o olhar do seu amigo, Peter é vencido num duelo aéreo, sobrevive mas sofre graves queimaduras quando o seu "Spitfire" é atingido e cai envolto em chamas. Para o capitão aviador Peter Cardy, as chamas não só lhe queimaram o rosto e as mãos, queimaram-lhe muito mais profundamente o seu interior, a sua coragem. Já recuperado das feridas, é empurrado pelo dever e regressa a sua esquadrilha, todavia terá que enfrentar o seu pior inimigo, o medo.



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domingo, 8 de novembro de 2015

Heróis da História Nº 36. Sapador de Primeira Linha.

Sapador
"Um sapador é soldado que desempenha uma variedade de tarefas de engenharia militar, sobretudo nas áreas da mobilidade e da contra mobilidade. Entre as suas tarefas específicas mais comuns incluem-se as acções de minagem e desminagem, as demolições, a construção de fortificações de campanha, a construção de pontes e outras construções gerais. Na maioria dos casos, um sapador está também habilitado para servir como soldado de infantaria, sempre que necessário, tanto em operações defensivas como ofensivas.
As designações "pioneiro" ou "engenheiro de combate" são usadas em algumas forças armadas como termos análogos ao de "sapador".
Em alguns países, o termo "sapador" também é usado no âmbito civil para designar bombeiros ou outros profissionais que desempenham funções semelhantes às dos sapadores militares."                                                                                                                                                                                             Fonte: Wikipédia, a enciclopédia livre
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Esta é a história do Tenente Ted Bradley e do seu pelotão de sapadores britânicos dos “Royal Engineers“ durante a campanha da Itália. Com a excepção do Sargento Albert Brigg, o Tenente Ted ficou ao comando dum pelotão bem-humorado mas indisciplinado, todavia impôs uma disciplina mais rigorosa e os seus homens acabaram por compreender que ele não estava ali para brincar. Para além da desminagem e da construção de barracões, os seus homens construíam pontes que permitiam o avanço do exército aliado, uma tarefa árdua mas pouco perigosa, pois estavam na retaguarda e não na linha da frente como as outras tropas. Por esse motivo eram alvo de chacota por parte da infantaria e das forças blindadas. Mas acontecimentos inesperados vieram provar que os sapadores são soldados tão duros como qualquer outra força de combate. Acabaram por ganhar o respeito dos seus camaradas de armas, após terem eliminado uma bateria de canhões alemães que impedia o avanço das tropas aliadas.  





               

sábado, 31 de outubro de 2015

Colecção Guerra Nº 267. Família de Heróis.


Trata-se da história de uma ilustre família inglesa, os Stanley, que ao longo de gerações cumpria o seu dever com a pátria, enviando para a guerra o filho mais velho para defender os interesses do império britânico no além-mar. Com ele estava o Medalhão de ouro da família.
Permanecendo na família durante séculos e após vários conflitos bélicos, esta medalha acabou por mudar de mãos em 1914, durante a Primeira Guerra Mundial. Um descendente da família Stanley foi morto durante um combate aéreo pelo ás e aviador alemão, o Barão Joachim Wolfgang. O Barão retirou a medalha do corpo da sua vítima e prestou homenagem a um aguerrido rival.
O Barão sobreviveu à guerra, regressou à Alemanha e a partir de então, usou o Medalhão com respeito. Durante anos, o mundo viveu em paz até 1939. Com a ascensão de Hitler, a Europa mergulhou de novo num conflito mortal. Mas foi no deserto do Norte de África que o Medalhão regressa de novo à família de origem, os Stanley.





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domingo, 25 de outubro de 2015

Colecção Guerra nº 222. Companhia de Atiradores.


Enquanto aguardam a ida para o ultramar, Don e o seu migoTommy são destacados para uma unidade de N.C.O. (Non Commissioned Officer), um curso de formação para suboficiais. Todavia, as coisas não lhes correm bem e são expulsos da unidade. Graças a um velho amigo, são informados da existência de vagas numa Companhia de Atiradores Especiais e logo se inscrevem. Após concluírem um duro treino, são finalmente reconhecidos como "Snipers". 

Pouco tempo depois, são enviados para a linha da frente em Itália, onde terão que pôr em prática tudo o que aprenderam para sobreviver.




                         Devido a sua robustez, a arma preferida dos "Snipers" britânicos era o fuzil
                         Enfield Nº 4 Mark 1. (arma que aparece ilustrada na capa da revista)

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O Sniper 
"Sniper significa um atirador de elite, e é um termo oriundo do inglês.
Sniper ou franco-atirador, é um exímio atirador, que tem a capacidade de atirar em alvos a partir de posições escondidas ou distâncias superiores as das pessoas não treinadas.
O sniper geralmente tem uma formação especializada, por exemplo, um atirador militar, e habilidade de lidar com rifles de alta precisão. Além de tiro, o sniper recebe treinamento de camuflagem, infiltração, reconhecimento e observação, operações em campo, etc.
Uma pessoa treinada para ser sniper pretende eliminar alvos que estão muito distantes, e por isso deve saber calcular a velocidade e direcção do vento, que alteram a trajectória da bala. Apesar de na maior parte das vezes actuar camuflado, escondido e distante, o sniper possui outras vantagens, pois ele é um profissional independente e também conhecedor de técnicas individuais de combate."(...) 
          Fonte: www.significados.com.br

O mais conhecido "sniper" da 2ª Guerra Mundial foi um soldado russo chamado Vassili Zaitsev que ficou famoso por abater centenas de soldados e oficiais alemães durante a Batalha de Estalinegrado. 

quinta-feira, 8 de outubro de 2015

Colecção Sargento Tigre


                     Título: Sargento Tigre
                     Datas de publicação: Nº1 (1978) ao Nº44 (1983)
                     Cor: Preto e Branco
                     Dimensões aproximadas: 14,5 cm x 20,5 cm
                     Distribuição: Agência Portuguesa de Revistas (APR)
                     Director: António Verde
                     Periodicidade: Mensal
                     Propriedade: Aguiar & Dias, Lda.
  

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sexta-feira, 11 de setembro de 2015

Heróis da História Nº 5. Operação «Embuste»

Nesta história, um grupo de soldados do SAS, em missão de sabotagem no Norte de África, detecta uma estranha formação de tanques alemães não tripulados. Será uma arma secreta dos nazis? Os comandos tentam descobrir para que fim serão usados.



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quinta-feira, 10 de setembro de 2015

Colecção Guerra nº 375. Submarino assassino.


É a história de um aviador inglês que procura vingança após presenciar a morte da sua tripulação pelo comandante de um submarino alemão.

Data de publicação: 5 de Outubro de 1985


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quarta-feira, 9 de setembro de 2015

Guerra nº 393. Postos de Acção.



A epopeia de uma corveta de escolta operando nos perigosos mares do Atlântico Norte contra os mortíferos submarinos e aviões de patrulha alemães.
                                            


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terça-feira, 8 de setembro de 2015

Guerra nº 289. Zero Negro



"O Mitsubishi A6M Zero foi o principal caça da marinha japonesa durante toda a Segunda Guerra Mundial.
Ganhou reputação de invencível no início da participação japonese no conflito, com a sua manobrabilidade, alcance e razão de subida inigualável por qualquer caça ocidental, tanto de terra quanto embarcado. Foi também o avião usado tanto por Hiroyoshi Nishizawa o maior piloto japonês desta guerra; quanto por Saburo Sakai, o maior ás japonês que sobreviveu ao conflito.
Tinha um defeito fundamental: para que pudesse ter a leveza e o poder de manobra que tinha, era privado de blindagem em relação à cabine do piloto e ao tanque de combustível, o que a exemplo de outros aviões de guerra japoneses do início do conflito, o tornava extremamente vulnerável ao fogo inimigo, bastava por vezes dar poucos tiros de bala incendiaria na barriga do avião para o destruir ou então na fuselagem, muitos pilotos aliados reconheciam que bastava poucos tiros para destruir o frágil Zero. Vulnerabilidade esta, típica desses vários modelos de aviões de combate japoneses já que estes preferiam que um avião tivesse uma boa maneabilidade do que segurança, resultado assim na morte de muitos tripulantes que ao longo do conflito fizeram falta pela sua quantidade e experiência em momentos críticos para o Japão.
Embora insuperável no combate individual, os aliados ainda em 1942 desenvolveram tácitas de combate aéreo em grupo que cedo começaram a anular tal vantagem. E logo que modelos aliados equivalentes ou mais aperfeiçoados começaram a entrar em serviço ao final de 1943, foi superado pelo famoso F6F Hellcat, sendo porém mantido como principal caça nipónico na linha de frente por falta de uma política industrial que produzisse em grande escala algum de seus substitutos que já estavam disponíveis em meados de 1944, como entre outros o Kawanishi N1K ou Shiden (também apelidado pelos pilotos ocidentais de ``George´´). O Zero foi muito famoso também por ter sido o principal avião utilizado pelos Kamikazes, sendo considerado ainda hoje uma obra incrível de engenharia que marcou o início da tecnologia de alta precisão japonesa. Criado por Jiro Horikoshi."
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.


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 Nesta história, uma esquadrilha de caças americanos envolve-se numa luta mortífera contra um  ás japonês aos comandos de um "Zero" todo negro, com um dragão dourado pintado em cada  lado  da  fuselagem. 






sexta-feira, 28 de agosto de 2015

Colecção Bazuka nº 5. A Divisão Condenada.


  A história desenrola-se na frente Russa, durante o cerco a Leninegrado pelos alemães.


                     

terça-feira, 14 de abril de 2015

A história da Segunda Guerra Mundial em banda desenhada.



"Porque não? Quando a qualidade do desenho e a encenação correspondem à verdade dos factos, o resultado é espantoso.
Numa série de nove álbuns, Pierre Dupuis, argumentista e desenhador, recolheu uma verdadeira soma de experiências humanas que constituem um extraordinário fresco vivido. Explorando metodicamente as principais fases desta terrível aventura, faz-nos viver a trágica epopeia de milhões de homens, e leva-nos - de Varsóvia a Hiroxima, de Berlim a El-Alamein, de Dunquerqe a Pearl Harbor, etc.- aos teatros de operações do mundo inteiro.
Como grande repórter apaixonado pela verdade, o autor sabe reconstituir a vida quotidiana da época. Passo a passo, pormenor após pormenor, eminentes conselheiros históricos guiaram as suas pesquisas, permitindo-lhe, assim, trazer à luz os aspectos complexos deste conflito internacional.
Uma maneira pelo menos original de aprender História...ou de se lembrar dela!" 
   


Página 14
Impresso em Maio de 1978
Impresso em Abril de 1978

Impresso em Setembro de 1978